Diretoria do Corinthians aumenta preço dos ingressos na decisão
Apenas os setores de arquibancada e tobogã, os mais populares do Pacaembu, permanecem sem qualquer alteração
A diretoria do Corinthians resolveu aumentar a arrecadação com bilheteria na decisão do Paulistão, que começa a ser disputada no próximo domingo, às 16h, no Pacaembu. Dos cinco principais setores do estádio, três tiveram majoração nos preços: Cadeira especial laranja (de R$ 70 para R$ 100), Numerada (de R$ 100 para R$ 150) e VIP (de R$ 180 para R$ 250).
Os setores mais populares (arquibancadas e tobogã) foram os únicos que não tiveram aumento, ao custo de 30 reais. Valor esse que também será cobrado aos santistas, que ocuparão cerca de dois mil lugares no setor visitante, localizado no portão 22.
Por enquanto, os bilhetes estão disponíveis apenas aos membros do Fiel Torcedor.. Até às 23h59 desta terça-feira, podem comprar os associados que adquiriram no mínimo 27 jogos desde o início do programa. A partir desse horário, a venda será liberada para todos os associados do Fiel Torcedor, sendo encerrada às 23h59 da quarta-feira, 04 de maio.
Na próxima quinta-feira, os ingressos que não forem comprados pelos sócios-torcedores serão vendidos nas bilheterias, que serão divulgadas nas próximas horas.
Em tempo: acordo entre os dois clube prevê divisão de 50% da renda dos dois jogos decisivos.
ARQUIBANCADA, TOBOGÃ E VISITANTE: R$ 30
CADEIRA ESPECIAL LARANJA: R$ 100
NUMERADA: R$ 150
VIP: R$ 250
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CORINTHIANS, SANTOS, INGRESSOS
VAI CORINTHIANS
terça-feira, 3 de maio de 2011
‘Brasil sem Miséria’
Brasil tem 16,27 milhões de pessoas em extrema pobreza, diz governo
Programa ‘Brasil sem Miséria’ vai atender, assim, 8,5% da população.
Dilma lançará programa ‘nas próximas semanas’, segundo ministra.
Nathalia Passarinho
A ministra de Desenvolvimento e Combate à Fome, Tereza Campello, anunciou nesta terça-feira (3) que o Brasil tem 16,27 milhões de pessoas em situação de extrema pobreza, o que representa 8,5% da população. A identificação de pessoas que vivem abaixo da linha da pobreza foi feita pelo Instituto de Geografia e Estatística (IBGE) a pedido do governo federal para orientar o programa “Brasil sem Miséria”, que será lançado, segundo Campello, nas próximas semanas pela presidente Dilma Rousseff.
O objetivo do programa será garantir transferência de renda, acesso a serviços públicos e inclusão produtiva para resgatar brasileiros da miséria.
“Essa taxa [de 8,5% dos brasileiros em situação de miséria] indica que não estamos falando de uma taxa residual. A taxa de extrema pobreza atinge quase um brasileiro a cada dez”, afirmou o presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Márcio Pochmann, que participou da entrevista coletiva ao lado do presidente do IBGE, Eduardo Pereira Nunes, e da ministra Tereza Campello.
saiba mais
Política de eliminação da miséria deve ser focada na mulher, diz Dilma
‘É dificil uma mãe ouvir um filho pedir comida e não ter para dar’, diz Dilma
De acordo com o IBGE, do contingente de brasileiros que vivem em condições de extrema pobreza, 4,8 milhões tem renda nominal mensal domiciliar igual a zero, e 11,43 milhões tem renda de R$ 1 a R$ 70.
Ainda segundo o levantamento, a grande maioria dos brasileiros em situação de miséria é parda ou negra, tanto na área rural quanto na área urbana.
“Na área urbana, quanto maior é a renda da população maior é o contingente de população branca. Quanto menor a renda maior a população parda e negra. O mesmo acontece na área rural, quanto menor a faixa de renda, maior a proporção de cor negra ou parda”, disse o presidente do IBGE.
Segundo o IBGE, 46,7% das pessoas na linha de extrema pobreza residem em área rural, apesar de apenas 15,6% da população brasileira morar no campo. O restante das pessoas em condição de miséria, 53,3% mora em áreas urbanas, onde reside a maior parte da população - 84,4%.
A região Nordeste concentra a maior parte dos extremamente pobres - 9,61 milhões de pessoas ou 59,1%. Destes, a maior parte (56,4%) vive no campo, enquanto 43,6% estão em áreas urbanas. A região Sudeste tem 2,72 milhões de brasileiros em situação de miséria, seguido pelo Norte, com 2,65 milhões, pelo Sul (715,96 mil), e o Centro Oeste (557,44 mil).
A ministra Tereza Campello afirmou que a pesquisa do IBGE vai ajudar a direcionar as ações do “Brasil sem Miséria”. Segundo ela, o governo será capaz de erradicar quase que por completo a extrema pobreza em quatro anos.
“A ideia é de que estamos fazendo um esforço extraordinário do governo federal, dos governos estaduais e dos municípios para erradicar a extrema pobreza. Não estamos falando de um plano que continuará, mas de uma força tarefa [para erradicar a pobreza em quatro anos]. O plano acaba em quatro anos”, disse a ministra.
Ela explicou que os programas sociais que beneficiam famílias pobres mas com renda superior a R$ 70 continuarão, como o Bolsa Família e o Minha Casa, Minha Vida.
“Continuaremos com as ações de transferência de renda e ações de saúde e educação na faixa dos R$ 70 a R$ 140. Mas quando você vê o grau de fragilidade para os que vivem abaixo dessa faixa, justifica que a gente tenha um olhar especial”, disse, explicando a escolha de dedicar próximo programa do governo aos brasileiros que ganham menos de R$ 70.
Para demilitar os brasileiros que vivem em condição de extrema pobreza, o governo utilizou dados preliminares do Censo Demográfico de 2010. A linha de pobreza foi estabelecida em R$ 70 per capita considerando o rendimento nominal mensal domiciliar.
Desse modo, qualquer pessoa residente em domicílios com rendimento menor ou igual a esse valor é considerada extremamente pobre. Há, no entanto, integrantes de uma família que, apesar de não terem qualquer rendimento, não se encaixam na linha de extrema pobreza.
Para calcular as pessoas sem rendimento que, de fato, se incluem na linha de miséria, o IBGE realizou um recorte que considerou os seguintes critérios: residência sem banheiro ou com uso exclusivo; sem ligação de rede geral de esgoto ou pluvial e sem fossa séptica; em área urbana sem ligação à rede geral de distribuição de água; em área rural sem ligação à rede geral de distribuição de água e sem poço ou nascente na propriedade; sem energia elétrica; com pelo menos um morador de 15 anos ou mais de idade analfabeto; com pelo menos três moradores de até 14 anos de idade; com pelo menos um morador de 65 anos ou mais de idade.
Programa ‘Brasil sem Miséria’ vai atender, assim, 8,5% da população.
Dilma lançará programa ‘nas próximas semanas’, segundo ministra.
Nathalia Passarinho
A ministra de Desenvolvimento e Combate à Fome, Tereza Campello, anunciou nesta terça-feira (3) que o Brasil tem 16,27 milhões de pessoas em situação de extrema pobreza, o que representa 8,5% da população. A identificação de pessoas que vivem abaixo da linha da pobreza foi feita pelo Instituto de Geografia e Estatística (IBGE) a pedido do governo federal para orientar o programa “Brasil sem Miséria”, que será lançado, segundo Campello, nas próximas semanas pela presidente Dilma Rousseff.
O objetivo do programa será garantir transferência de renda, acesso a serviços públicos e inclusão produtiva para resgatar brasileiros da miséria.
“Essa taxa [de 8,5% dos brasileiros em situação de miséria] indica que não estamos falando de uma taxa residual. A taxa de extrema pobreza atinge quase um brasileiro a cada dez”, afirmou o presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Márcio Pochmann, que participou da entrevista coletiva ao lado do presidente do IBGE, Eduardo Pereira Nunes, e da ministra Tereza Campello.
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‘É dificil uma mãe ouvir um filho pedir comida e não ter para dar’, diz Dilma
De acordo com o IBGE, do contingente de brasileiros que vivem em condições de extrema pobreza, 4,8 milhões tem renda nominal mensal domiciliar igual a zero, e 11,43 milhões tem renda de R$ 1 a R$ 70.
Ainda segundo o levantamento, a grande maioria dos brasileiros em situação de miséria é parda ou negra, tanto na área rural quanto na área urbana.
“Na área urbana, quanto maior é a renda da população maior é o contingente de população branca. Quanto menor a renda maior a população parda e negra. O mesmo acontece na área rural, quanto menor a faixa de renda, maior a proporção de cor negra ou parda”, disse o presidente do IBGE.
Segundo o IBGE, 46,7% das pessoas na linha de extrema pobreza residem em área rural, apesar de apenas 15,6% da população brasileira morar no campo. O restante das pessoas em condição de miséria, 53,3% mora em áreas urbanas, onde reside a maior parte da população - 84,4%.
A região Nordeste concentra a maior parte dos extremamente pobres - 9,61 milhões de pessoas ou 59,1%. Destes, a maior parte (56,4%) vive no campo, enquanto 43,6% estão em áreas urbanas. A região Sudeste tem 2,72 milhões de brasileiros em situação de miséria, seguido pelo Norte, com 2,65 milhões, pelo Sul (715,96 mil), e o Centro Oeste (557,44 mil).
A ministra Tereza Campello afirmou que a pesquisa do IBGE vai ajudar a direcionar as ações do “Brasil sem Miséria”. Segundo ela, o governo será capaz de erradicar quase que por completo a extrema pobreza em quatro anos.
“A ideia é de que estamos fazendo um esforço extraordinário do governo federal, dos governos estaduais e dos municípios para erradicar a extrema pobreza. Não estamos falando de um plano que continuará, mas de uma força tarefa [para erradicar a pobreza em quatro anos]. O plano acaba em quatro anos”, disse a ministra.
Ela explicou que os programas sociais que beneficiam famílias pobres mas com renda superior a R$ 70 continuarão, como o Bolsa Família e o Minha Casa, Minha Vida.
“Continuaremos com as ações de transferência de renda e ações de saúde e educação na faixa dos R$ 70 a R$ 140. Mas quando você vê o grau de fragilidade para os que vivem abaixo dessa faixa, justifica que a gente tenha um olhar especial”, disse, explicando a escolha de dedicar próximo programa do governo aos brasileiros que ganham menos de R$ 70.
Para demilitar os brasileiros que vivem em condição de extrema pobreza, o governo utilizou dados preliminares do Censo Demográfico de 2010. A linha de pobreza foi estabelecida em R$ 70 per capita considerando o rendimento nominal mensal domiciliar.
Desse modo, qualquer pessoa residente em domicílios com rendimento menor ou igual a esse valor é considerada extremamente pobre. Há, no entanto, integrantes de uma família que, apesar de não terem qualquer rendimento, não se encaixam na linha de extrema pobreza.
Para calcular as pessoas sem rendimento que, de fato, se incluem na linha de miséria, o IBGE realizou um recorte que considerou os seguintes critérios: residência sem banheiro ou com uso exclusivo; sem ligação de rede geral de esgoto ou pluvial e sem fossa séptica; em área urbana sem ligação à rede geral de distribuição de água; em área rural sem ligação à rede geral de distribuição de água e sem poço ou nascente na propriedade; sem energia elétrica; com pelo menos um morador de 15 anos ou mais de idade analfabeto; com pelo menos três moradores de até 14 anos de idade; com pelo menos um morador de 65 anos ou mais de idade.
Por abertura, Prefeitura pode bancar ampliação provisória do Itaquerão
A Fifa já aprovou a ampliação provisória do futuro estádio do Corinthians visando a abertura da Copa de 2014. Falta definir quem pagará a conta. E a prefeitura de São Paulo estuda arcar com os gastos.
Na administração municipal, a operação é vista como um investimento para a cidade. E não como um aporte de verba num bem privado. Isso porque a abertura geraria mais receitas para São Paulo. Ao mesmo tempo, a arquibancada provisória seria retirada depois da Copa.
A prefeitura ainda não sabe quanto gastaria. Mas, se assumir a responsabilidade terá também que cuidar da estrutura na área provisória. Serão necessários banheiros e lanchonetes temporários. Estudos sobre as opções de arquibancadas disponíveis no mercado estão sendo feitos pela prefeitura.
Para atender à Fifa, a estrutura não pode ser tubular. Deve ser usado um modelo metálico. Outra exigência é que seja imperceptível a diferença entre a área temporária e a definitiva.
Uma estrutura provisória também foi sugerida pelo São Paulo para transformar o Morumbi em abertura da Copa. Ela levaria o anel intermediário do estádio até perto do gramado. A área inferior, repleta de camarotes, seria anulada durante a Copa.
Na ocasião, porém, a Fifa não aprovou a solução. Alegou que teve experiências negativas com esse tipo de estrutura. Mas na Cidade do Cabo, na Copa da África, uma arquibancada removível foi usada sem problemas. A federação elogiou a iniciativa corintiana. Disse ser melhor do que construir uma arena maior do que o necessário para atender à demanda da cidade.
Na administração municipal, a operação é vista como um investimento para a cidade. E não como um aporte de verba num bem privado. Isso porque a abertura geraria mais receitas para São Paulo. Ao mesmo tempo, a arquibancada provisória seria retirada depois da Copa.
A prefeitura ainda não sabe quanto gastaria. Mas, se assumir a responsabilidade terá também que cuidar da estrutura na área provisória. Serão necessários banheiros e lanchonetes temporários. Estudos sobre as opções de arquibancadas disponíveis no mercado estão sendo feitos pela prefeitura.
Para atender à Fifa, a estrutura não pode ser tubular. Deve ser usado um modelo metálico. Outra exigência é que seja imperceptível a diferença entre a área temporária e a definitiva.
Uma estrutura provisória também foi sugerida pelo São Paulo para transformar o Morumbi em abertura da Copa. Ela levaria o anel intermediário do estádio até perto do gramado. A área inferior, repleta de camarotes, seria anulada durante a Copa.
Na ocasião, porém, a Fifa não aprovou a solução. Alegou que teve experiências negativas com esse tipo de estrutura. Mas na Cidade do Cabo, na Copa da África, uma arquibancada removível foi usada sem problemas. A federação elogiou a iniciativa corintiana. Disse ser melhor do que construir uma arena maior do que o necessário para atender à demanda da cidade.
A morte de Osama Bin Laden
O mundo foi surpreendido no domingo com a notícia bombástica: o terrorista mais procurado do mundo, Osama Bin Laden, foi morto por agentes dos Estados Unidos no Paquistão.
Bin Laden, líder do grupo Al Qaeda, foi quem encomendou o maior atentado já ocorrido em território norte-americano: o choque proposital de dois aviões contra o World Trade Center, em 11 de setembro de 2001, na cidade de Nova York. Morreram quase 3.000 pessoas.
A morte de Bin Laden, exatamente no ano do décimo aniversário do 11 de Setembro, é uma grande notícia para o presidente dos EUA, Barack Obama.
Obama foi eleito pelo Partido Democrata, que tem fama de ser menos favorável à guerra do que o Partido Republicano do antecessor George W. Bush. O democrata vinha sendo acusado de não ser durão o bastante contra os terroristas. Agora, deu a volta por cima.
Isso deve ajudá-lo um bocado nas eleições presidenciais de 2012. Obama será candidato à reeleição. Sua popularidade deve subir.
Bin Laden já vai tarde. Sob seu comando, ou inspirados por ele, fanáticos mataram milhares de inocentes pelo mundo, e não só nos EUA. Espanha e Reino Unido sofreram atentados sangrentos em trens.
Nos últimos anos, com seu líder caçado por toda parte, a Al Qaeda estava perdendo força. Concentrava seus ataques covardes em países muçulmanos, contra o povo que dizia defender.
É difícil prever se o mundo ficará mais seguro sem Bin Laden. Os terroristas de seu grupo perderam o líder maior e podem tentar vingar-se.
Para nossa sorte, são cada vez mais impopulares no próprio mundo islâmico. Isso deve dificultar ainda mais as suas atividades sanguinárias.
Bin Laden, líder do grupo Al Qaeda, foi quem encomendou o maior atentado já ocorrido em território norte-americano: o choque proposital de dois aviões contra o World Trade Center, em 11 de setembro de 2001, na cidade de Nova York. Morreram quase 3.000 pessoas.
A morte de Bin Laden, exatamente no ano do décimo aniversário do 11 de Setembro, é uma grande notícia para o presidente dos EUA, Barack Obama.
Obama foi eleito pelo Partido Democrata, que tem fama de ser menos favorável à guerra do que o Partido Republicano do antecessor George W. Bush. O democrata vinha sendo acusado de não ser durão o bastante contra os terroristas. Agora, deu a volta por cima.
Isso deve ajudá-lo um bocado nas eleições presidenciais de 2012. Obama será candidato à reeleição. Sua popularidade deve subir.
Bin Laden já vai tarde. Sob seu comando, ou inspirados por ele, fanáticos mataram milhares de inocentes pelo mundo, e não só nos EUA. Espanha e Reino Unido sofreram atentados sangrentos em trens.
Nos últimos anos, com seu líder caçado por toda parte, a Al Qaeda estava perdendo força. Concentrava seus ataques covardes em países muçulmanos, contra o povo que dizia defender.
É difícil prever se o mundo ficará mais seguro sem Bin Laden. Os terroristas de seu grupo perderam o líder maior e podem tentar vingar-se.
Para nossa sorte, são cada vez mais impopulares no próprio mundo islâmico. Isso deve dificultar ainda mais as suas atividades sanguinárias.
segunda-feira, 2 de maio de 2011
Preferência para o pedestre
Ninguém precisa visitar o Reino Unido para descobrir que o brasileiro pode ser mais educado. O povo britânico é civilizado porque até os motoristas de táxi e ônibus respeitam o próximo. Se eles conseguem, por que nós não?
Lá, ninguém pensa em avançar sobre a faixa de pedestres quando alguém está atravessando a rua. O que talvez nem todo mundo saiba é que no Brasil também há cidades em que predomina a obediência a essa regra básica de educação no trânsito. Até São Paulo já se prepara para seguir o exemplo.
Brasília é uma dessas cidades. Quem já dirigiu na capital federal sabe que está fixado o hábito de diminuir a velocidade e parar quando há pedestres na faixa.
O paulistano nem precisa ir tão longe para encontrar outro bom exemplo. Basta dar uma esticada até Campos de Jordão para verificar que o pedestre, ali, não hesita em atravessar a rua na faixa, porque a maioria dos carros dá a vez para ele passar.
Não é só uma questão de civilidade, mas de cumprir a lei. O Código Brasileiro de Trânsito é claro: onde houver faixa, o pedestre tem prioridade. A regra só não vale onde existir um semáforo. Aí é o transeunte que tem de mostrar educação e aguardar a luz verde.
É bom se acostumar com a ideia. A CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) anuncia que vai multar quem desobedecer a norma. Avançar sobre a faixa com pedestre na área é infração gravíssima, sujeita a multa de R$ 191,54.
Já não era sem tempo. Muita gente morre atropelada em São Paulo com essa guerra insensata entre motoristas e pedestres: 630 vidas perdidas só em 2010. A carnificina precisa acabar.
Lá, ninguém pensa em avançar sobre a faixa de pedestres quando alguém está atravessando a rua. O que talvez nem todo mundo saiba é que no Brasil também há cidades em que predomina a obediência a essa regra básica de educação no trânsito. Até São Paulo já se prepara para seguir o exemplo.
Brasília é uma dessas cidades. Quem já dirigiu na capital federal sabe que está fixado o hábito de diminuir a velocidade e parar quando há pedestres na faixa.
O paulistano nem precisa ir tão longe para encontrar outro bom exemplo. Basta dar uma esticada até Campos de Jordão para verificar que o pedestre, ali, não hesita em atravessar a rua na faixa, porque a maioria dos carros dá a vez para ele passar.
Não é só uma questão de civilidade, mas de cumprir a lei. O Código Brasileiro de Trânsito é claro: onde houver faixa, o pedestre tem prioridade. A regra só não vale onde existir um semáforo. Aí é o transeunte que tem de mostrar educação e aguardar a luz verde.
É bom se acostumar com a ideia. A CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) anuncia que vai multar quem desobedecer a norma. Avançar sobre a faixa com pedestre na área é infração gravíssima, sujeita a multa de R$ 191,54.
Já não era sem tempo. Muita gente morre atropelada em São Paulo com essa guerra insensata entre motoristas e pedestres: 630 vidas perdidas só em 2010. A carnificina precisa acabar.
domingo, 1 de maio de 2011
"Pacaembu é nosso"
Após vitória, corintianos exaltam torcida, que responde: "Pacaembu é nosso"
O barulho de pouco mais de 2 mil torcedores foi pouco ouvido durante o jogo, mas acabou reconhecido pelo time do Corinthians. Depois de bater o Palmeiras nos pênaltis e avançar à final do Campeonato Paulista, os jogadores alvinegros exaltaram a presença do público no Pacaembu, mesmo que diminuta.
Ver em tamanho maior
Palmeiras x Corinthians
Foto 15 de 34 - Dentinho lamenta chance perdida pelo Corinthians no clássico contra o Palmeiras Mais Júnior Lago/UOL
“Clássico é emoção. No Corinthians nada vem fácil. A torcida merece. Deram só 2 mil ingressos para a gente. Mas tem 40 milhões aí fora torcendo. Agora, que venha o Santos”, disse Jorge Henrique. “Foi bem com a cara do Corinthians”, resumiu Liedson.
A polêmica dos ingressos foi um dos atrativos para o clássico deste domingo. Por ter a melhor campanha, o Palmeiras foi o mandante do confronto. Os cartolas alviverdes optaram por jogar no Pacaembu e só cederam 5% dos ingressos para o público rival.
No fim do jogo, que teve mais de 35 mil espectadores, quando os palmeirenses já se retiravam do estádio, os corintianos puderam comemorar: “O Pacaembu é nosso”, gritaram os torcedores. A estatística dá razão aos fãs alvinegros.
O Corinthians não perde um clássico no Pacaembu há 15 jogos. Com o empate deste domingo, são 12 vitórias e três empates. Na final, o time pode até fazer os dois jogos contra o Santos no estádio.
O time da Vila Belmiro tem mandado alguns jogos na capital paulista, e terá a primazia da escolha do local da partida decisiva. Até agora, a diretoria do Santos não se pronunciou se receberá o Corinthians em Santos ou no Pacaembu.
O barulho de pouco mais de 2 mil torcedores foi pouco ouvido durante o jogo, mas acabou reconhecido pelo time do Corinthians. Depois de bater o Palmeiras nos pênaltis e avançar à final do Campeonato Paulista, os jogadores alvinegros exaltaram a presença do público no Pacaembu, mesmo que diminuta.
Ver em tamanho maior
Palmeiras x Corinthians
Foto 15 de 34 - Dentinho lamenta chance perdida pelo Corinthians no clássico contra o Palmeiras Mais Júnior Lago/UOL
“Clássico é emoção. No Corinthians nada vem fácil. A torcida merece. Deram só 2 mil ingressos para a gente. Mas tem 40 milhões aí fora torcendo. Agora, que venha o Santos”, disse Jorge Henrique. “Foi bem com a cara do Corinthians”, resumiu Liedson.
A polêmica dos ingressos foi um dos atrativos para o clássico deste domingo. Por ter a melhor campanha, o Palmeiras foi o mandante do confronto. Os cartolas alviverdes optaram por jogar no Pacaembu e só cederam 5% dos ingressos para o público rival.
No fim do jogo, que teve mais de 35 mil espectadores, quando os palmeirenses já se retiravam do estádio, os corintianos puderam comemorar: “O Pacaembu é nosso”, gritaram os torcedores. A estatística dá razão aos fãs alvinegros.
O Corinthians não perde um clássico no Pacaembu há 15 jogos. Com o empate deste domingo, são 12 vitórias e três empates. Na final, o time pode até fazer os dois jogos contra o Santos no estádio.
O time da Vila Belmiro tem mandado alguns jogos na capital paulista, e terá a primazia da escolha do local da partida decisiva. Até agora, a diretoria do Santos não se pronunciou se receberá o Corinthians em Santos ou no Pacaembu.
Exagero nas contas de luz
A presidente Dilma Rousseff anuncia que um dos principais objetivos do seu governo é o controle da inflação. É bom, mesmo.
Todo mundo já percebeu no próprio bolso que os preços no comércio, nas contas e no supermercado têm aumentado bastante.
O problema é que, na prática, o próprio governo às vezes dá um empurrãozinho para a inflação. É o caso do reajuste da conta de luz que acaba de ser aprovado.
As empresas responsáveis pela distribuição de energia em muitos Estados pediram licença ao governo Dilma para aumentar a conta dos consumidores.
O órgão responsável por controlar esses pedidos não só autorizou o acréscimo na tarifa como ainda determinou, em vários casos, aumentos acima do que tinham pedido as próprias empresas de energia.
A partir do mês que vem, a conta de luz chegará mais salgada para cerca de 60 milhões de consumidores em todo o país.
Parece não fazer sentido. E não faz mesmo. As agências reguladoras têm como função principal defender os interesses do consumidor.
Só que parecem se preocupar mais com os problemas dos empresários do que com as dificuldades do cidadão comum.
As autoridades não deram explicações satisfatórias para o aumento. O que se sabe é que o próprio governo ajuda a tornar a tarifa de energia uma das mais altas do mundo ao cobrar um monte de impostos na conta de luz.
E, justamente por isso, vai acabar arrecadando um pouco mais de dinheiro com o aumento da conta. Ou seja, governo e empresas vão sair ganhando.
O consumidor, como sempre, vai ter de pagar a conta.
Todo mundo já percebeu no próprio bolso que os preços no comércio, nas contas e no supermercado têm aumentado bastante.
O problema é que, na prática, o próprio governo às vezes dá um empurrãozinho para a inflação. É o caso do reajuste da conta de luz que acaba de ser aprovado.
As empresas responsáveis pela distribuição de energia em muitos Estados pediram licença ao governo Dilma para aumentar a conta dos consumidores.
O órgão responsável por controlar esses pedidos não só autorizou o acréscimo na tarifa como ainda determinou, em vários casos, aumentos acima do que tinham pedido as próprias empresas de energia.
A partir do mês que vem, a conta de luz chegará mais salgada para cerca de 60 milhões de consumidores em todo o país.
Parece não fazer sentido. E não faz mesmo. As agências reguladoras têm como função principal defender os interesses do consumidor.
Só que parecem se preocupar mais com os problemas dos empresários do que com as dificuldades do cidadão comum.
As autoridades não deram explicações satisfatórias para o aumento. O que se sabe é que o próprio governo ajuda a tornar a tarifa de energia uma das mais altas do mundo ao cobrar um monte de impostos na conta de luz.
E, justamente por isso, vai acabar arrecadando um pouco mais de dinheiro com o aumento da conta. Ou seja, governo e empresas vão sair ganhando.
O consumidor, como sempre, vai ter de pagar a conta.
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