Vinte e dois mortos. Foi esse o saldo do verão em sete pontos da Grande São Paulo nos últimos dois anos. Mas os riscos de tragédia continuam a existir nessas regiões, como mostrou ontem a reportagem do Agora.
Em alguns pontos, só as famílias que tiveram as casas destruídas foram retiradas do local. Vizinhos, também em situação de perigo, continuam lá. Mesmo obras simples, como a contenção de um barranco, deixaram de ser feitas.
A chegada oficial do verão é na semana que vem, e algumas chuvas mais fortes já castigam São Paulo.
Não é difícil imaginar o que pode acontecer nessas áreas quando o aguaceiro começar para valer. Aí vai ser aquele jogo de empurra que já se conhece.
As famílias, com razão, vão acusar a prefeitura do município de não ter feito nada. O poder público vai dizer que alertou sobre os riscos, mas as pessoas não quiseram sair. Todos lamentaremos a perda inútil de vidas.
Não precisava ser assim. A prefeitura deveria ter sido mais eficaz na realização de obras preventivas. E poderia ter oferecido condições que convencessem os moradores a abandonar as regiões mais arriscadas.
Em algumas localidades, a administração municipal não fez nem proposta de pagar auxílio-aluguel.
Ainda há tempo, mesmo que pouco, para melhorar a situação. A triste alternativa, infelizmente, serão novos casos de desespero e morte em famílias com menos condições de se defender.
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
domingo, 11 de dezembro de 2011
A batalha do crack
Estava mesmo na hora de o governo federal lançar um plano para valer de combate ao crack no Brasil.
A estimativa é que 800 mil brasileiros sejam viciados na droga. Se nada for feito, o número tende a aumentar.
O maior exemplo disso talvez seja a cracolândia, que existe no centro de São Paulo há quase duas décadas e não para de aumentar. O problema se espalhou pelo país.
É bom lembrar que Dilma Rousseff havia prometido na campanha um plano contra o crack. Agora, lançou esse pacote, que prevê gastos de R$ 4 bilhões até 2014.
Um dos aspectos positivos do plano é não tratar o crack apenas como problema de polícia. Valoriza também a prevenção e o tratamento clínico dos dependentes.
Os consultórios de rua, que abordam os viciados nos locais de consumo, devem aumentar de 92 para 400 em todo o país. Assim, fica mais fácil que os médicos avaliem o estado dos drogados e tentem convencê-los a tratar o vício.
Também devem ser criadas enfermarias especializadas no SUS e 2.500 novos leitos para usuários de drogas. Os centros de tratamento, que fecham às 18h, passarão a funcionar 24 horas.
É ótimo tratar os doentes, mas isso não basta. Por isso, é boa a ideia de colocar câmeras e fazer mais policiamento nos locais conhecidos de consumo da droga, as cracolândias.
O mais importante, talvez, seja evitar que mais pessoas tombem nesse terrível vício. Por isso, o projeto de treinar 210 mil educadores para atuar na prevenção merece elogio.
O desafio do crack é enorme, e o plano não é garantia de solução. Mas ao menos o problema começa a ser enfrentado para valer.
A estimativa é que 800 mil brasileiros sejam viciados na droga. Se nada for feito, o número tende a aumentar.
O maior exemplo disso talvez seja a cracolândia, que existe no centro de São Paulo há quase duas décadas e não para de aumentar. O problema se espalhou pelo país.
É bom lembrar que Dilma Rousseff havia prometido na campanha um plano contra o crack. Agora, lançou esse pacote, que prevê gastos de R$ 4 bilhões até 2014.
Um dos aspectos positivos do plano é não tratar o crack apenas como problema de polícia. Valoriza também a prevenção e o tratamento clínico dos dependentes.
Os consultórios de rua, que abordam os viciados nos locais de consumo, devem aumentar de 92 para 400 em todo o país. Assim, fica mais fácil que os médicos avaliem o estado dos drogados e tentem convencê-los a tratar o vício.
Também devem ser criadas enfermarias especializadas no SUS e 2.500 novos leitos para usuários de drogas. Os centros de tratamento, que fecham às 18h, passarão a funcionar 24 horas.
É ótimo tratar os doentes, mas isso não basta. Por isso, é boa a ideia de colocar câmeras e fazer mais policiamento nos locais conhecidos de consumo da droga, as cracolândias.
O mais importante, talvez, seja evitar que mais pessoas tombem nesse terrível vício. Por isso, o projeto de treinar 210 mil educadores para atuar na prevenção merece elogio.
O desafio do crack é enorme, e o plano não é garantia de solução. Mas ao menos o problema começa a ser enfrentado para valer.
sábado, 10 de dezembro de 2011
Polícia e bandido
Polícia e bandido
Um dos principais problemas para combater o tráfico de drogas é a capacidade que essa modalidade de crime tem de corromper a polícia.
Recentemente, no Rio, o traficante Nem, chefão da venda de drogas na favela da Rocinha, disse, depois de ser preso, que metade da grana que ele faturava ia para o bolso de policiais.
E o sujeito ganhava muito com a venda de entorpecentes: segundo estimativas, R$ 100 milhões por ano.
Em São Paulo, a Polícia Federal está investigando a extorsão de traficantes por parte de agentes ligados a órgãos de elite da Polícia Civil, como o Denarc (Departamento de Narcóticos) e o Deic (Departamento Estadual de Investigações Criminais).
Os policiais são suspeitos de pedir grana, automóveis e armas para livrar os bandidos da prisão.
Segundo a PF, 12 policiais civis teriam embolsado cerca de R$ 3 milhões com as propinas exigidas para aliviar a situação dos marginais.
O caso é grave e precisa ser apurado com rigor. Infelizmente, nem sempre isso acontece.
Processos para punir policiais que cometem irregularidades muitas vezes não vão adiante. Esbarram no "deixa disso" corporativista ou na lerdeza da Justiça.
Como se sabe, a impunidade é uma praga brasileira que só serve para alimentar o crime. Se os bandidos têm convicção de que a polícia e a Justiça não vão puni-los, ficam à vontade para continuar barbarizando.
No caso da polícia, se o agente da lei achar que pode passar para o outro lado sem que nada aconteça, estamos à beira do caos.
Um dos principais problemas para combater o tráfico de drogas é a capacidade que essa modalidade de crime tem de corromper a polícia.
Recentemente, no Rio, o traficante Nem, chefão da venda de drogas na favela da Rocinha, disse, depois de ser preso, que metade da grana que ele faturava ia para o bolso de policiais.
E o sujeito ganhava muito com a venda de entorpecentes: segundo estimativas, R$ 100 milhões por ano.
Em São Paulo, a Polícia Federal está investigando a extorsão de traficantes por parte de agentes ligados a órgãos de elite da Polícia Civil, como o Denarc (Departamento de Narcóticos) e o Deic (Departamento Estadual de Investigações Criminais).
Os policiais são suspeitos de pedir grana, automóveis e armas para livrar os bandidos da prisão.
Segundo a PF, 12 policiais civis teriam embolsado cerca de R$ 3 milhões com as propinas exigidas para aliviar a situação dos marginais.
O caso é grave e precisa ser apurado com rigor. Infelizmente, nem sempre isso acontece.
Processos para punir policiais que cometem irregularidades muitas vezes não vão adiante. Esbarram no "deixa disso" corporativista ou na lerdeza da Justiça.
Como se sabe, a impunidade é uma praga brasileira que só serve para alimentar o crime. Se os bandidos têm convicção de que a polícia e a Justiça não vão puni-los, ficam à vontade para continuar barbarizando.
No caso da polícia, se o agente da lei achar que pode passar para o outro lado sem que nada aconteça, estamos à beira do caos.
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
25 Times Mais Valiosos do Brasil categoria Mercado, Rankings
Esse é mais um post a respeito do 1º Painel Pluri Futebol 2011, realizado pela área Sport Business da Pluri Consultoria, agora abordando os 25 times mais valiosos do Brasil. Novamente, gostaria de chamar a atenção de todos para o fato de se tratar de estudo de mercado, realizado com informações coletadas e disponíveis no mercado. Os valores em causa dizem respeito, única e exclusivamente, ao valor total estimado para os jogadores do time de futebol de cada clube. Ou seja, o clube propriamente dito, com sua marca, história, estrutura e tudo o mais, não faz parte desses valores. Se um jogador for negociado e sair, se um jogador for contratado e chegar, o valor atribuído ao time nesse estudo muda, naturalmente. Os valores aqui considerados são referentes ao período encerrado no dia 18 de novembro de 2011. Portanto, senhores, antes de terminar o Campeonato Brasileiro, antes de muitas especulações sobre saídas e chegadas de inúmeros jogadores. Por fim, leiam atentamente a tabela e os gráficos, inclusive, e principalmente, as observações no rodapé da tabela com os 25 clubes.
Processo de concentração e importância da gestão
Na apresentação do estudo, os analistas da Pluri destacam um fato que vem sendo percebido nos últimos anos, destacado por este OCE: há um processo de concentração em curso. Concentração econômica, mais visível, e concentração de torcidas, mais difícil de ser vista e muito mais lenta, como já foi, inclusive, bastante discutido nesse espaço.
Esse processo, entretanto, e, novamente, a percepção da Pluri coincide totalmente com a deste Olhar Crônico Esportivo, é que essa concentração não tem e não terá nada de espanholização.
Citando trecho do trabalho: “há fatores atuando contra a concentração excessiva. Flamengo e Corinthians, as duas maiores torcidas do país, tem a
preferência de cerca de 30% dos torcedores brasileiros, menos da
metade dos mais de 60% de Espanhóis que torcem por Real Madri e
Barcelona, ou dos Argentinos que preferem Boca e River, para ficar em
apenas dois exemplos. Além disso, as características continentais do
Brasil, o tamanho de sua população e economia e sua diversidade
cultural também tendem a atuar contra a concentração”; mesmo a famosa distribuição desigual dos direitos de transmissão, se dá de forma muito menos acentuada que na Espanha (lembrando, como sempre, que as características dos mercados europeus de TV e do brasileiro são muito diferentes, em especial no que diz respeito ao peso das transmissões gratuitas, em sinal aberto, que dependem totalmente da audiência para se sustentarem).
Para os autores desse estudo, é viável que o processo em curso leve à consolidação de quatro a seis clubes mais fortes, em termos econômicos. Se levarmos a ferro e fogo e fizermos uma análise dos últimos 20 anos, veremos que a realidade já é muito parecida com essa.
Finalmente, quero destacar outro ponto do trabalho, particularmente importante na minha visão, na visão e razão de ser deste Olhar Crônico Esportivo: “no Brasil há enorme assimetria entre a qualidade com que os clubes são dirigidos, e essa diferença se tornará cada vez mais visível na medida em que os recursos entrem com mais força no caixa. Ou seja, alguns vão tratar seus recursos melhor que outros, e isso independerá do tamanho da torcida. O fiel da balança será a capacidade de gestão.”
Atentem, se preciso for releiam o trecho citado, do qual, para ser chato, repetitivo, mas claro, destacarei uma frase: “alguns vão tratar seus recursos melhor que outros, e isso independerá do tamanho da torcida.”
É isso. O foco de cobranças e críticas não é o mercado, que existe e continuará existindo independentemente das críticas de uma ou duas ou mais ou todas as torcidas. O foco deve ser a direção de cada clube. As ferramentas para isso, ideais, devem ser a democracia interna e a transparência.
Vamos, então, à lista dos 25 +:
Como vocês puderam ver, temos valores em Reais e em Euros. Não é preciosismo ou “complexo de vira-lata”, mas simplesmente o reconhecimento da importância e inserção do mundo boleiro tupiniquim no grande mundo do futebol, onde a moeda-chave é o euro.
Pela primeira vez, destaca o trabalho, o valor de mercado dos clubes atinge e ultrapassa a marca de 1 bilhão de euros. Esse valor, embora significativo, representa a soma dos elencos de Barcelona e Manchester United, somente, que têm o 1º e o 5º elencos mais valiosos do mundo.
Os 25 times estão distribuídos em dez estados brasileiros.
Os três times brasileiros mais valiosos – Santos, São Paulo e Internacional – representam 30% do valor total de mercado dos 25 +.
Os seis times mais valiosos – os três citados e mais Corinthians, Vasco e Flamengo – representam, praticamente, 50% do valor de mercado dos 25 +.
Os seis times de São Paulo representam 37% do valor dos 25 +.
São Paulo e Rio de Janeiro, juntos, têm 40% dos times (10 equipes) e 59% do valor de mercado dos 25 +.
Por valor médio, os dois times do Rio Grande do Sul apresentam o maior valor, seguidos pelos times de São Paulo e Rio de Janeiro. Esses times são os únicos cujo valor médio é superior à média geral de 41 milhões de Euros por time.
O próximo gráfico nos dá uma visão integrada de número de times e valor de mercado por estado.
estas analizes de quem não ter o q fazer, por exemplo o Poderoso Atlético MG eterno rebaixado entre os 10. GLOBO faz um estudo, quem são maiores campeões no Brasil referente a Marca e títulos por exemplo LIBERTADORES…
52
Daniel:
7 dezembro, 2011 as 19:14
Besteira como pode o Botafogo, Atletico Mineiro, Corinthians que pro sinal nao tem nenhum titulo internacional, valer mais que o Palmeiras. Isso é uma grande besteira, o Palmeiras é um dos times mais valiosos do Brasil .
Perfil
Pequeno produtor de vídeo na cidade grande, produtor de leite ainda menor na cidade pequena. Produtor de escritos diversos, também, não se pode esquecer. No blog, fala do marketing ligado ao mundo da bola, do futebol como business nos dias de hoje, mas também das paixões infinitas que o futebol gera e por elas é gerado.
Email da coluna: emersonsrpq@gmail.com
Blogs de Torcedores
Blog do São Paulo
Flamengo Net
Terceira Via Verdão
Blogs do Emerson
“Velho” OCE (pré-GloboEsporte)
Um Olhar Crônico
Blogs GloboEsporte
Lédio Carmona
Memória Esporte Clube
Teoria dos Jogos
Blogs Internacionais
De Penalty – Barcelona
El ‘Hacha’ de Rubén Uría
Lluvia Blaugrana – Barça
Interesse geral
Cavalos Entusiasmados
Um Olhar Crônico
Lista de Links
“Velho” OCE (pré-GloboEsporte)
Além do Jogo
Blog do Meu Saco
Blog do Nori
Futebol & Negócio
Only Esportes
Outros esportes
Cavalos Entusiasmados
Valem a leitura
Atualidades – Ronaldo Derly
Blá Blá Blá Gol
Blog do São Paulo
Corinthians: Preto no Branco
Na trave
O Médico e a Bola
Opinião FC
Terceira Via Verdão
Tudo Bola
Vou de Kombi
Categorias
Atlético Mineiro
Atlético Paranaense
Balanços
Balanços Ano Fiscal 2008
Balanços Ano Fiscal 2009
Balanços Ano Fiscal 2010
Barcelona
Botafogo
Brasileiro 09
Brasileiro 2009
Brasileiro 2010
Calendário/Organização
CBF
Champions League
Clube dos 13
Colaboradores
Comportamento
CONMEBOL
Copa 2014
Copa do Brasil
Corinthians
Coritiba
Crônicas
Cruzeiro
Curtas & Grossas
ECA – European Club Association
Economia e Finanças
Esportes Olímpicos
FIFA
Flamengo
Fluminense
Formação de novos jogadores
Futebol das Américas
Futebol do Brasil
Futebol Europeu
Futebol Mundial
Futebol paranaense
Futebol Paulista
G4 Paulista
Gestão
Globalização
Goiás
Grêmio
História do Futebol
Internacional – RS
Libertadores
Liga Brasileira de Futebol
Liga de clubes
Manchester United
Marketing
Mercado
Negociações de Atletas
Outros esportes
Palmeiras
Patrocínios
Personalidades
Pesquisas
Política e Legislação
Portuguesa
Premier League
Programas de Sócio-Torcedor
Rankings
Real Madrid
Regras e Arbitragem
Rio 2016
Santos
São Paulo
Segurança & Violência
Seleção Brasileira
Sem Categoria
Série B
Sport
TV
UEFA
Valor das Marcas
Vasco
Vitória
Tópicos recentes
O jogo de 1 bilhão de euros
25 Times Mais Valiosos do Brasil
Doutor Tricolor – O Sonho
Dor…
30 Times Mais Valiosos das Américas
Arquivos
dezembro 2011
novembro 2011
outubro 2011
setembro 2011
agosto 2011
julho 2011
junho 2011
maio 2011
abril 2011
março 2011
fevereiro 2011
janeiro 2011
dezembro 2010
novembro 2010
outubro 2010
setembro 2010
agosto 2010
julho 2010
junho 2010
maio 2010
abril 2010
março 2010
fevereiro 2010
janeiro 2010
dezembro 2009
novembro 2009
outubro 2009
setembro 2009
agosto 2009
julho 2009
junho 2009
maio 2009
abril 2009
março 2009
fevereiro 2009
janeiro 2009
dezembro 2008
Processo de concentração e importância da gestão
Na apresentação do estudo, os analistas da Pluri destacam um fato que vem sendo percebido nos últimos anos, destacado por este OCE: há um processo de concentração em curso. Concentração econômica, mais visível, e concentração de torcidas, mais difícil de ser vista e muito mais lenta, como já foi, inclusive, bastante discutido nesse espaço.
Esse processo, entretanto, e, novamente, a percepção da Pluri coincide totalmente com a deste Olhar Crônico Esportivo, é que essa concentração não tem e não terá nada de espanholização.
Citando trecho do trabalho: “há fatores atuando contra a concentração excessiva. Flamengo e Corinthians, as duas maiores torcidas do país, tem a
preferência de cerca de 30% dos torcedores brasileiros, menos da
metade dos mais de 60% de Espanhóis que torcem por Real Madri e
Barcelona, ou dos Argentinos que preferem Boca e River, para ficar em
apenas dois exemplos. Além disso, as características continentais do
Brasil, o tamanho de sua população e economia e sua diversidade
cultural também tendem a atuar contra a concentração”; mesmo a famosa distribuição desigual dos direitos de transmissão, se dá de forma muito menos acentuada que na Espanha (lembrando, como sempre, que as características dos mercados europeus de TV e do brasileiro são muito diferentes, em especial no que diz respeito ao peso das transmissões gratuitas, em sinal aberto, que dependem totalmente da audiência para se sustentarem).
Para os autores desse estudo, é viável que o processo em curso leve à consolidação de quatro a seis clubes mais fortes, em termos econômicos. Se levarmos a ferro e fogo e fizermos uma análise dos últimos 20 anos, veremos que a realidade já é muito parecida com essa.
Finalmente, quero destacar outro ponto do trabalho, particularmente importante na minha visão, na visão e razão de ser deste Olhar Crônico Esportivo: “no Brasil há enorme assimetria entre a qualidade com que os clubes são dirigidos, e essa diferença se tornará cada vez mais visível na medida em que os recursos entrem com mais força no caixa. Ou seja, alguns vão tratar seus recursos melhor que outros, e isso independerá do tamanho da torcida. O fiel da balança será a capacidade de gestão.”
Atentem, se preciso for releiam o trecho citado, do qual, para ser chato, repetitivo, mas claro, destacarei uma frase: “alguns vão tratar seus recursos melhor que outros, e isso independerá do tamanho da torcida.”
É isso. O foco de cobranças e críticas não é o mercado, que existe e continuará existindo independentemente das críticas de uma ou duas ou mais ou todas as torcidas. O foco deve ser a direção de cada clube. As ferramentas para isso, ideais, devem ser a democracia interna e a transparência.
Vamos, então, à lista dos 25 +:
Como vocês puderam ver, temos valores em Reais e em Euros. Não é preciosismo ou “complexo de vira-lata”, mas simplesmente o reconhecimento da importância e inserção do mundo boleiro tupiniquim no grande mundo do futebol, onde a moeda-chave é o euro.
Pela primeira vez, destaca o trabalho, o valor de mercado dos clubes atinge e ultrapassa a marca de 1 bilhão de euros. Esse valor, embora significativo, representa a soma dos elencos de Barcelona e Manchester United, somente, que têm o 1º e o 5º elencos mais valiosos do mundo.
Os 25 times estão distribuídos em dez estados brasileiros.
Os três times brasileiros mais valiosos – Santos, São Paulo e Internacional – representam 30% do valor total de mercado dos 25 +.
Os seis times mais valiosos – os três citados e mais Corinthians, Vasco e Flamengo – representam, praticamente, 50% do valor de mercado dos 25 +.
Os seis times de São Paulo representam 37% do valor dos 25 +.
São Paulo e Rio de Janeiro, juntos, têm 40% dos times (10 equipes) e 59% do valor de mercado dos 25 +.
Por valor médio, os dois times do Rio Grande do Sul apresentam o maior valor, seguidos pelos times de São Paulo e Rio de Janeiro. Esses times são os únicos cujo valor médio é superior à média geral de 41 milhões de Euros por time.
O próximo gráfico nos dá uma visão integrada de número de times e valor de mercado por estado.
estas analizes de quem não ter o q fazer, por exemplo o Poderoso Atlético MG eterno rebaixado entre os 10. GLOBO faz um estudo, quem são maiores campeões no Brasil referente a Marca e títulos por exemplo LIBERTADORES…
52
Daniel:
7 dezembro, 2011 as 19:14
Besteira como pode o Botafogo, Atletico Mineiro, Corinthians que pro sinal nao tem nenhum titulo internacional, valer mais que o Palmeiras. Isso é uma grande besteira, o Palmeiras é um dos times mais valiosos do Brasil .
Perfil
Pequeno produtor de vídeo na cidade grande, produtor de leite ainda menor na cidade pequena. Produtor de escritos diversos, também, não se pode esquecer. No blog, fala do marketing ligado ao mundo da bola, do futebol como business nos dias de hoje, mas também das paixões infinitas que o futebol gera e por elas é gerado.
Email da coluna: emersonsrpq@gmail.com
Blogs de Torcedores
Blog do São Paulo
Flamengo Net
Terceira Via Verdão
Blogs do Emerson
“Velho” OCE (pré-GloboEsporte)
Um Olhar Crônico
Blogs GloboEsporte
Lédio Carmona
Memória Esporte Clube
Teoria dos Jogos
Blogs Internacionais
De Penalty – Barcelona
El ‘Hacha’ de Rubén Uría
Lluvia Blaugrana – Barça
Interesse geral
Cavalos Entusiasmados
Um Olhar Crônico
Lista de Links
“Velho” OCE (pré-GloboEsporte)
Além do Jogo
Blog do Meu Saco
Blog do Nori
Futebol & Negócio
Only Esportes
Outros esportes
Cavalos Entusiasmados
Valem a leitura
Atualidades – Ronaldo Derly
Blá Blá Blá Gol
Blog do São Paulo
Corinthians: Preto no Branco
Na trave
O Médico e a Bola
Opinião FC
Terceira Via Verdão
Tudo Bola
Vou de Kombi
Categorias
Atlético Mineiro
Atlético Paranaense
Balanços
Balanços Ano Fiscal 2008
Balanços Ano Fiscal 2009
Balanços Ano Fiscal 2010
Barcelona
Botafogo
Brasileiro 09
Brasileiro 2009
Brasileiro 2010
Calendário/Organização
CBF
Champions League
Clube dos 13
Colaboradores
Comportamento
CONMEBOL
Copa 2014
Copa do Brasil
Corinthians
Coritiba
Crônicas
Cruzeiro
Curtas & Grossas
ECA – European Club Association
Economia e Finanças
Esportes Olímpicos
FIFA
Flamengo
Fluminense
Formação de novos jogadores
Futebol das Américas
Futebol do Brasil
Futebol Europeu
Futebol Mundial
Futebol paranaense
Futebol Paulista
G4 Paulista
Gestão
Globalização
Goiás
Grêmio
História do Futebol
Internacional – RS
Libertadores
Liga Brasileira de Futebol
Liga de clubes
Manchester United
Marketing
Mercado
Negociações de Atletas
Outros esportes
Palmeiras
Patrocínios
Personalidades
Pesquisas
Política e Legislação
Portuguesa
Premier League
Programas de Sócio-Torcedor
Rankings
Real Madrid
Regras e Arbitragem
Rio 2016
Santos
São Paulo
Segurança & Violência
Seleção Brasileira
Sem Categoria
Série B
Sport
TV
UEFA
Valor das Marcas
Vasco
Vitória
Tópicos recentes
O jogo de 1 bilhão de euros
25 Times Mais Valiosos do Brasil
Doutor Tricolor – O Sonho
Dor…
30 Times Mais Valiosos das Américas
Arquivos
dezembro 2011
novembro 2011
outubro 2011
setembro 2011
agosto 2011
julho 2011
junho 2011
maio 2011
abril 2011
março 2011
fevereiro 2011
janeiro 2011
dezembro 2010
novembro 2010
outubro 2010
setembro 2010
agosto 2010
julho 2010
junho 2010
maio 2010
abril 2010
março 2010
fevereiro 2010
janeiro 2010
dezembro 2009
novembro 2009
outubro 2009
setembro 2009
agosto 2009
julho 2009
junho 2009
maio 2009
abril 2009
março 2009
fevereiro 2009
janeiro 2009
dezembro 2008
Entradas gratuitas do Pacaembu fazem Corinthians deixar de ganhar R$ 1,5 mi no Brasileiro
No Brasileirão, 46.072 pessoas assistiram ao Corinthians jogar em casa sem comprar ingresso, segundo o setor de arrecadação do alvinegro. Ou seja, 7,5% dos 606.334 presentes aos jogos da equipe como mandante não pagaram para entrar no estádio. O total de pagantes foi de 557.232.
De acordo com os cálculos do departamento de arrecadação, o preço médio do tíquete para as partidas do campeão em casa no Nacional foi de R$ 34. Com esse valor como base, o Corinthians deixou de arrecadar R$ 1.564.ooo.
Os corintianos reclamam que no Pacaembu o número de não pagantes é maior em relação a estádios particulares, pois algumas concessões são feitas pela prefeitura na arena municipal, mas não valem para outros locais. Há uma tribuna em que juízes, promotores e delegados podem entrar de graça. O clube tem apertado o cerco para que ninguém mais entre depois de a lotação ser atingida. É comum torcedores que entram sem pagar assistirem aos jogos nas áreas destinadas a quem compra ingresso.
No estádio da prefeitura, deficientes físicos não pagam, diferentemente do que acontece nas arenas particulares. Menores de 12 anos, maiores de 60 e imprensa credenciada também estão nos cálculos de não pagantes feitos pelo Corinthians.
Enquanto sua casa não fica pronta, o alvinegro gasta o equivalente a 12% da arrecadação com aluguel nos jogos diurnos até um teto de R$ 52.750. À noite, a taxa sobe para 15% até o limite de R$ 65.950.
Quem e Corintiano sabe muito bem o que sofrer, torce pro timão tem que ter coração, tem que ter raça aqueles que tem direito aos ingressos gratuitos pagaram bastante ao longo dos anos principalmente quem tem mais de 65 anos, já sofreram para acompanhar o Corinthians agora tem o merecido reconhecimento, ai vem uns babacas criticar quem tem direito concebido pela lei, se não fosse esses idosos acima de 60 anos o Corinthians não existiria ........
VAI CORINTHIANS !!!!
De acordo com os cálculos do departamento de arrecadação, o preço médio do tíquete para as partidas do campeão em casa no Nacional foi de R$ 34. Com esse valor como base, o Corinthians deixou de arrecadar R$ 1.564.ooo.
Os corintianos reclamam que no Pacaembu o número de não pagantes é maior em relação a estádios particulares, pois algumas concessões são feitas pela prefeitura na arena municipal, mas não valem para outros locais. Há uma tribuna em que juízes, promotores e delegados podem entrar de graça. O clube tem apertado o cerco para que ninguém mais entre depois de a lotação ser atingida. É comum torcedores que entram sem pagar assistirem aos jogos nas áreas destinadas a quem compra ingresso.
No estádio da prefeitura, deficientes físicos não pagam, diferentemente do que acontece nas arenas particulares. Menores de 12 anos, maiores de 60 e imprensa credenciada também estão nos cálculos de não pagantes feitos pelo Corinthians.
Enquanto sua casa não fica pronta, o alvinegro gasta o equivalente a 12% da arrecadação com aluguel nos jogos diurnos até um teto de R$ 52.750. À noite, a taxa sobe para 15% até o limite de R$ 65.950.
Quem e Corintiano sabe muito bem o que sofrer, torce pro timão tem que ter coração, tem que ter raça aqueles que tem direito aos ingressos gratuitos pagaram bastante ao longo dos anos principalmente quem tem mais de 65 anos, já sofreram para acompanhar o Corinthians agora tem o merecido reconhecimento, ai vem uns babacas criticar quem tem direito concebido pela lei, se não fosse esses idosos acima de 60 anos o Corinthians não existiria ........
VAI CORINTHIANS !!!!
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
Bola fora
Bola fora
Ninguém tem dúvida de que Ronaldo é um dos maiores craques da história do país. É o recordista, aliás, de gols em Copas do Mundo -fez 15 deles, inesquecíveis.
Mas a sua última jogada parece ser uma bola fora. Ronaldo aceitou um convite e agora vai fazer parte do comitê organizador da Copa no Brasil.
O Fenômeno diz que quer ajudar os brasileiros e que aceitou o cargo para que "o povo se sinta orgulhoso do evento".
Só que a organização da Copa no Brasil é comandada pelo presidente da CBF, Ricardo Teixeira, cada vez mais enrolado em denúncias.
O craque, assim, vai acabar fazendo dupla com um controverso cartola.
Tem outro problema: desde que deixou os gramados, Ronaldo virou empresário do esporte.
Negocia jogadores, dá assessoria para marcas milionárias, enfim, ganha dinheiro com a bola.
Ele merece, afinal sempre teve talento para o esporte -e também para o marketing.
Mas parece que há aí um grave conflito de interesses.
Como membro do comitê organizador, Ronaldo vai poder influenciar em decisões relevantes, além de ter acesso a informações muito antes de seus concorrentes.
O craque pensa diferente e disse que não vai se desligar da sua empresa, a 9ine.
Seria melhor ele rever essa posição.
Depois de tantas alegrias ao futebol brasileiro dentro de campo, não precisava entrar nesse jogo da cartolagem de nível duvidoso.
Como ele mesmo disse, não tem nada a ganhar, só a perder
Ninguém tem dúvida de que Ronaldo é um dos maiores craques da história do país. É o recordista, aliás, de gols em Copas do Mundo -fez 15 deles, inesquecíveis.
Mas a sua última jogada parece ser uma bola fora. Ronaldo aceitou um convite e agora vai fazer parte do comitê organizador da Copa no Brasil.
O Fenômeno diz que quer ajudar os brasileiros e que aceitou o cargo para que "o povo se sinta orgulhoso do evento".
Só que a organização da Copa no Brasil é comandada pelo presidente da CBF, Ricardo Teixeira, cada vez mais enrolado em denúncias.
O craque, assim, vai acabar fazendo dupla com um controverso cartola.
Tem outro problema: desde que deixou os gramados, Ronaldo virou empresário do esporte.
Negocia jogadores, dá assessoria para marcas milionárias, enfim, ganha dinheiro com a bola.
Ele merece, afinal sempre teve talento para o esporte -e também para o marketing.
Mas parece que há aí um grave conflito de interesses.
Como membro do comitê organizador, Ronaldo vai poder influenciar em decisões relevantes, além de ter acesso a informações muito antes de seus concorrentes.
O craque pensa diferente e disse que não vai se desligar da sua empresa, a 9ine.
Seria melhor ele rever essa posição.
Depois de tantas alegrias ao futebol brasileiro dentro de campo, não precisava entrar nesse jogo da cartolagem de nível duvidoso.
Como ele mesmo disse, não tem nada a ganhar, só a perder
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
O NOVO PRESIDENTE CORINTIANO...

Ex-diretor de futebol do Corinthians, Mário Gobbi Filho é candidato à presidência do Corinthians nas eleições de fevereiro. Apontado como favorito a ficar com o cargo, ele comemora o apoio do presidente Andrés Sanches, a quem considera o seu principal cabo eleitoral para o pleito do próximo ano.
- Eu estou muito feliz com esse apoio e o Andrés é o meu maior cabo eleitoral no clube. Estou confiante, mas no Corinthians tudo é complicado – disse Gobbi, presente na última segunda-feira na entrega do Prêmio Craque do Brasileirão.
As eleições estão marcadas para fevereiro, mas ainda não há um dia definido. Essa data será divulgada em breve. Com o fim do Campeonato Brasileiro, Gobbi deve intensificar sua campanha. A tendência é que ele ganhe o pleito, mas para evitar clima de “já ganhou”, o candidato evita euforia.
- No Corinthians as coisas são complicadas. E podem mudar a qualquer momento. Temos de ter a consciência de não tem nada ganho e que é preciso muito trabalho para dar certo – acrescentou Mário Gobbi.
A tendência é que a oposição faça apenas uma chapa para concorrer com Gobbi. Ela terá Paulo Garcia como candidato a presidente. Andrés Sanches, atual mandatário, deixa o cargo no próximo dia 15 de dezembro. Até fevereiro, Roberto de Andrade, diretor de futebol, assume as funções de Sanches.
Assinar:
Postagens (Atom)