No Brasileirão, 46.072 pessoas assistiram ao Corinthians jogar em casa sem comprar ingresso, segundo o setor de arrecadação do alvinegro. Ou seja, 7,5% dos 606.334 presentes aos jogos da equipe como mandante não pagaram para entrar no estádio. O total de pagantes foi de 557.232.
De acordo com os cálculos do departamento de arrecadação, o preço médio do tíquete para as partidas do campeão em casa no Nacional foi de R$ 34. Com esse valor como base, o Corinthians deixou de arrecadar R$ 1.564.ooo.
Os corintianos reclamam que no Pacaembu o número de não pagantes é maior em relação a estádios particulares, pois algumas concessões são feitas pela prefeitura na arena municipal, mas não valem para outros locais. Há uma tribuna em que juízes, promotores e delegados podem entrar de graça. O clube tem apertado o cerco para que ninguém mais entre depois de a lotação ser atingida. É comum torcedores que entram sem pagar assistirem aos jogos nas áreas destinadas a quem compra ingresso.
No estádio da prefeitura, deficientes físicos não pagam, diferentemente do que acontece nas arenas particulares. Menores de 12 anos, maiores de 60 e imprensa credenciada também estão nos cálculos de não pagantes feitos pelo Corinthians.
Enquanto sua casa não fica pronta, o alvinegro gasta o equivalente a 12% da arrecadação com aluguel nos jogos diurnos até um teto de R$ 52.750. À noite, a taxa sobe para 15% até o limite de R$ 65.950.
Quem e Corintiano sabe muito bem o que sofrer, torce pro timão tem que ter coração, tem que ter raça aqueles que tem direito aos ingressos gratuitos pagaram bastante ao longo dos anos principalmente quem tem mais de 65 anos, já sofreram para acompanhar o Corinthians agora tem o merecido reconhecimento, ai vem uns babacas criticar quem tem direito concebido pela lei, se não fosse esses idosos acima de 60 anos o Corinthians não existiria ........
VAI CORINTHIANS !!!!
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
Bola fora
Bola fora
Ninguém tem dúvida de que Ronaldo é um dos maiores craques da história do país. É o recordista, aliás, de gols em Copas do Mundo -fez 15 deles, inesquecíveis.
Mas a sua última jogada parece ser uma bola fora. Ronaldo aceitou um convite e agora vai fazer parte do comitê organizador da Copa no Brasil.
O Fenômeno diz que quer ajudar os brasileiros e que aceitou o cargo para que "o povo se sinta orgulhoso do evento".
Só que a organização da Copa no Brasil é comandada pelo presidente da CBF, Ricardo Teixeira, cada vez mais enrolado em denúncias.
O craque, assim, vai acabar fazendo dupla com um controverso cartola.
Tem outro problema: desde que deixou os gramados, Ronaldo virou empresário do esporte.
Negocia jogadores, dá assessoria para marcas milionárias, enfim, ganha dinheiro com a bola.
Ele merece, afinal sempre teve talento para o esporte -e também para o marketing.
Mas parece que há aí um grave conflito de interesses.
Como membro do comitê organizador, Ronaldo vai poder influenciar em decisões relevantes, além de ter acesso a informações muito antes de seus concorrentes.
O craque pensa diferente e disse que não vai se desligar da sua empresa, a 9ine.
Seria melhor ele rever essa posição.
Depois de tantas alegrias ao futebol brasileiro dentro de campo, não precisava entrar nesse jogo da cartolagem de nível duvidoso.
Como ele mesmo disse, não tem nada a ganhar, só a perder
Ninguém tem dúvida de que Ronaldo é um dos maiores craques da história do país. É o recordista, aliás, de gols em Copas do Mundo -fez 15 deles, inesquecíveis.
Mas a sua última jogada parece ser uma bola fora. Ronaldo aceitou um convite e agora vai fazer parte do comitê organizador da Copa no Brasil.
O Fenômeno diz que quer ajudar os brasileiros e que aceitou o cargo para que "o povo se sinta orgulhoso do evento".
Só que a organização da Copa no Brasil é comandada pelo presidente da CBF, Ricardo Teixeira, cada vez mais enrolado em denúncias.
O craque, assim, vai acabar fazendo dupla com um controverso cartola.
Tem outro problema: desde que deixou os gramados, Ronaldo virou empresário do esporte.
Negocia jogadores, dá assessoria para marcas milionárias, enfim, ganha dinheiro com a bola.
Ele merece, afinal sempre teve talento para o esporte -e também para o marketing.
Mas parece que há aí um grave conflito de interesses.
Como membro do comitê organizador, Ronaldo vai poder influenciar em decisões relevantes, além de ter acesso a informações muito antes de seus concorrentes.
O craque pensa diferente e disse que não vai se desligar da sua empresa, a 9ine.
Seria melhor ele rever essa posição.
Depois de tantas alegrias ao futebol brasileiro dentro de campo, não precisava entrar nesse jogo da cartolagem de nível duvidoso.
Como ele mesmo disse, não tem nada a ganhar, só a perder
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
O NOVO PRESIDENTE CORINTIANO...

Ex-diretor de futebol do Corinthians, Mário Gobbi Filho é candidato à presidência do Corinthians nas eleições de fevereiro. Apontado como favorito a ficar com o cargo, ele comemora o apoio do presidente Andrés Sanches, a quem considera o seu principal cabo eleitoral para o pleito do próximo ano.
- Eu estou muito feliz com esse apoio e o Andrés é o meu maior cabo eleitoral no clube. Estou confiante, mas no Corinthians tudo é complicado – disse Gobbi, presente na última segunda-feira na entrega do Prêmio Craque do Brasileirão.
As eleições estão marcadas para fevereiro, mas ainda não há um dia definido. Essa data será divulgada em breve. Com o fim do Campeonato Brasileiro, Gobbi deve intensificar sua campanha. A tendência é que ele ganhe o pleito, mas para evitar clima de “já ganhou”, o candidato evita euforia.
- No Corinthians as coisas são complicadas. E podem mudar a qualquer momento. Temos de ter a consciência de não tem nada ganho e que é preciso muito trabalho para dar certo – acrescentou Mário Gobbi.
A tendência é que a oposição faça apenas uma chapa para concorrer com Gobbi. Ela terá Paulo Garcia como candidato a presidente. Andrés Sanches, atual mandatário, deixa o cargo no próximo dia 15 de dezembro. Até fevereiro, Roberto de Andrade, diretor de futebol, assume as funções de Sanches.
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
BOA VIAGEM SÓCRATES

Sócrates se despediu do Corinthians num jogo contra o Vasco em Juazeiro, terra de Padre Cícero.
O Corinthians saiu de São Paulo e o avião, fretado, pegou a delegação do Vasco no Rio. A parada técnica foi em Salvador.
Não havia mais cerveja a bordo e o uísque a gente tomava o do empresário, um cara baixinho com forte sotaque nordestino que levava dezenas de garrafinhas em uma bolsa.
Havia um grupo próximo de onde eu estava sentado. Casagrande, os radialistas Oswaldo Maciel e Loureiro Junior e o Magrão, ele mesmo, Sócrates.
Muita piada, risada e, é claro, enchemos a cara.
Quando chegamos a Juazeiro, havia mais de cinco mil pessoas na pista. Na pista mesmo, porque era inauguração da própria para jatos maiores como o nosso e nada de proteção, aquela coisa.
Sócrates não queria descer primeiro e me disse. “Você sai comigo que eu não vou sair com a cara pra esse povo todo”. Saiu comigo, os dois meio que mamados.
Depois fomos visitar algumas fazendas, que era para agradar os patrocinadores da festa, digo, do jogo. E voltamos todos tarde da noite. Sentamos-nos para conversar, ouvir Oswaldo Maciel cantando, com Casagrande fazendo ritmo na caixa de fósforos. Sócrates sentado ao lado do dono do Hotel. E ele dizia: ”companheiro, sua filha é maravilhosa”.
E o cara olhava e ria. E Magrão insistia: “sua filha é maravilhosa”.
Depois de dizer aquela frase algumas vezes, o dono do Hotel, rindo muito, resolveu responder direito. ”Doutor, essa não é minha filha, é minha mulher”.
Foi uma risada só e fomos todos dormir.
De cara cheia, é claro.
No outro dia ele foi um dos melhores do jogo.
Fica esta história, como minha homenagem ao Magrão, que eu continuo amando.
Que você tenha uma boa viagem, Doutor.
sábado, 3 de dezembro de 2011
Terra de Ninguém
Madeira!
Não bastassem os perigos que se conhecem, como assaltos e alagamentos, pouco a pouco São Paulo vai tomando conhecimento de um novo risco: as árvores.
Pode parecer fantasia, mas não é. Uma vistoria da prefeitura em 17 mil delas mostrou que cerca de 2.000 estavam podres.
Resultado: tiveram de ser derrubadas para que não caíssem sobre carros, pedestres ou fios.
Apesar de muita gente achar a cidade "cinza", há em São Paulo 1 milhão de árvores. O problema é que não se sabe quantas delas estão saudáveis e quantas representam riscos à população.
Se a proporção for a mesma do pequeno grupo analisado pela prefeitura, seriam 100 mil árvores com chance de desabar, como aconteceu nesta semana, aliás, no Morumbi, quando um galho caiu sobre um carro.
No ano passado, 970 árvores vieram ao chão, segundo estimativa do Corpo de Bombeiros. Muitas tombaram sobre veículos e pessoas, mas podem também atingir a rede elétrica, causando apagões.
A prefeitura tem procurado cumprir seu dever. Só neste ano, seus técnicos atenderam a 48 mil chamados e podaram mais de 6.000 árvores. Mas é possível fazer mais.
Uma boa iniciativa seria dar prioridade às mais antigas, com mais riscos de causar problemas. Treinar funcionários de outras áreas para avaliações menos complexas sobre o estado das árvores também poderia ajudar.
Não bastassem os perigos que se conhecem, como assaltos e alagamentos, pouco a pouco São Paulo vai tomando conhecimento de um novo risco: as árvores.
Pode parecer fantasia, mas não é. Uma vistoria da prefeitura em 17 mil delas mostrou que cerca de 2.000 estavam podres.
Resultado: tiveram de ser derrubadas para que não caíssem sobre carros, pedestres ou fios.
Apesar de muita gente achar a cidade "cinza", há em São Paulo 1 milhão de árvores. O problema é que não se sabe quantas delas estão saudáveis e quantas representam riscos à população.
Se a proporção for a mesma do pequeno grupo analisado pela prefeitura, seriam 100 mil árvores com chance de desabar, como aconteceu nesta semana, aliás, no Morumbi, quando um galho caiu sobre um carro.
No ano passado, 970 árvores vieram ao chão, segundo estimativa do Corpo de Bombeiros. Muitas tombaram sobre veículos e pessoas, mas podem também atingir a rede elétrica, causando apagões.
A prefeitura tem procurado cumprir seu dever. Só neste ano, seus técnicos atenderam a 48 mil chamados e podaram mais de 6.000 árvores. Mas é possível fazer mais.
Uma boa iniciativa seria dar prioridade às mais antigas, com mais riscos de causar problemas. Treinar funcionários de outras áreas para avaliações menos complexas sobre o estado das árvores também poderia ajudar.
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
O importante é ser feliz
Chama a atenção o aumento de 37% de um ano para o outro no número de divórcios no país.
Mas por trás disso está uma notícia que não é ruim: a quantidade de casos só deu um salto porque uma mudança na lei tornou mais fácil desfazer as relações de casais que já não queriam manter o matrimônio.
Aqui cabe uma explicação da diferença entre separação e divórcio: no primeiro caso, acabam os compromissos perante a lei, mas não é permitido um novo casamento civil.
No segundo, os dois podem casar de novo com outras pessoas.
Até julho do ano passado, só era possível pedir o divórcio depois de um ano de separação formal --na Justiça ou no cartório-- ou dois anos de separação de fato --quando o casal deixa de viver junto.
Agora, desde que não tenham filhos menores de 18 anos e seja de comum acordo, o divórcio sai na hora.
É claro que quem casa pensa em ser feliz para sempre. Mas a vida é cheia de surpresas. Por isso, é bom refletir antes de assumir um compromisso como o casamento.
Mas, se a relação realmente não funcionar, não tem jeito --é melhor acabar do que criar uma situação falsa e hipócrita.
As estatísticas mostram que o aumento do número de divórcios foi acompanhado pelo crescimento da quantidade de casamentos.
Talvez justamente porque tenha ficado mais fácil romper o relacionamento anterior e buscar uma nova chance de ser feliz a dois.
Mas por trás disso está uma notícia que não é ruim: a quantidade de casos só deu um salto porque uma mudança na lei tornou mais fácil desfazer as relações de casais que já não queriam manter o matrimônio.
Aqui cabe uma explicação da diferença entre separação e divórcio: no primeiro caso, acabam os compromissos perante a lei, mas não é permitido um novo casamento civil.
No segundo, os dois podem casar de novo com outras pessoas.
Até julho do ano passado, só era possível pedir o divórcio depois de um ano de separação formal --na Justiça ou no cartório-- ou dois anos de separação de fato --quando o casal deixa de viver junto.
Agora, desde que não tenham filhos menores de 18 anos e seja de comum acordo, o divórcio sai na hora.
É claro que quem casa pensa em ser feliz para sempre. Mas a vida é cheia de surpresas. Por isso, é bom refletir antes de assumir um compromisso como o casamento.
Mas, se a relação realmente não funcionar, não tem jeito --é melhor acabar do que criar uma situação falsa e hipócrita.
As estatísticas mostram que o aumento do número de divórcios foi acompanhado pelo crescimento da quantidade de casamentos.
Talvez justamente porque tenha ficado mais fácil romper o relacionamento anterior e buscar uma nova chance de ser feliz a dois.
Quanto vale o ingresso?
Quanto vale o ingresso?
Recentemente acompanhei a indignação de muitos colegas e amigos com relação à atitude condenável do engodo na revenda de ingressos, ou seja, ganhar as custas do desespero alheio cobrando valores absurdos pela mais nova relíquia alvinegra.
Todos sabem, mas vale repetir, só tem ingresso quem é Fiel Torcedor, comprou o restante dos ingressos pela internet e vai retirar no final de semana nas bilheterias ou tem cortesia da diretoria.
Nem os menores de 12 e os maiores de 65 anos não pagantes (Lei Municipal 11.256/92) poderão entrar, pois o Estatuto do Torcedor (Lei Federal 10.671/03, artigo 23), obriga o clube mandante a não permitir a entrada de mais torcedores do que a capacidade do estádio e como todos os locais estão esgotados, nada de entrada gratuita.
Alias, nem os profissionais do esporte, aqueles que se perfazem com suas carteirinhas de jornalistas com entrada franca, se não estiverem cadastrados, poderão entrar.
Sem acesso dos barrados no baile, sobram os cambistas, cujo ingresso comercializado tem enormes chances de serem FALSOS e seus compradores ficarem de fora da festa, sem ter com quem reclamar a não ser com suas próprias lamentações.
E quem não quer ficar fora da festa? Nessas horas, vale tudo: participar de promoções nas redes sociais, comprar produtos na Poderoso Timão, Ligar na Rádio Coringão, falar com aquele amigo que você não fala tem alguns meses ou até alguns anos… tudo por um ingresso pelo amor de Deus e a que preço? Possivelmente algo entre 5 a 10 notinhas de garoupa.
Relações de consumo são assim, lei da oferta e da procura, afinal terá sempre o torcedor que não vai o ano todo, economiza todos os ingressos, dinheiro do lanche, transporte e estacionamento para descarregar tudo na oportunidade de andar na janelinha e terá sempre o torcedor que terá o ingresso sobrando pois comprou a mais ou tem dependentes no Fiel Torcedor e sabia que isso aconteceria.
Condenável? Sim, assim como quem consegue uma camisa de jogo, com a assinatura do titular da camisa e revende por 5 vezes o valor de uma camisa normal, afinal poderia aplicar a mesma “idéia” de consumo dos ingressos.
Entenda, não sou a favor, só não sou hipócrita de acreditar que “o bom torcedor compraria ingresso a mais para vender pelo mesmo preço”, sério, tem que ser mais do que amigo, tem que ser irmão! Esse sim, aceitaria a tal cerveja de bonus pelo tão cobiçado ingresso… alias, cervejinha não, pelo menos um pacotão de engradado, com churrasco e o escambau, pois vai vacilar assim pra comprar ingresso lá em Arthur Alvim (pra não ter que falar palavrão).
O Corinthians conseguiu algo que parecia pouco provável de acontecer, mas em pouco mais de 4 anos de Fiel Torcedor, chegou até uma final de campeonato e comercializou quase todos os ingressos sem tumulto, sem filas, sem problemas… digo, claro que teve lentidão no site, claro que teve gente que não concluiu a compra, que teve algum tipo de contra-tempo, mas comparado com situações anteriores, melhorou absurdamente e, por enquanto, manteve os cambistas longe e os torcedores modinhas mais longes ainda.
Recentemente acompanhei a indignação de muitos colegas e amigos com relação à atitude condenável do engodo na revenda de ingressos, ou seja, ganhar as custas do desespero alheio cobrando valores absurdos pela mais nova relíquia alvinegra.
Todos sabem, mas vale repetir, só tem ingresso quem é Fiel Torcedor, comprou o restante dos ingressos pela internet e vai retirar no final de semana nas bilheterias ou tem cortesia da diretoria.
Nem os menores de 12 e os maiores de 65 anos não pagantes (Lei Municipal 11.256/92) poderão entrar, pois o Estatuto do Torcedor (Lei Federal 10.671/03, artigo 23), obriga o clube mandante a não permitir a entrada de mais torcedores do que a capacidade do estádio e como todos os locais estão esgotados, nada de entrada gratuita.
Alias, nem os profissionais do esporte, aqueles que se perfazem com suas carteirinhas de jornalistas com entrada franca, se não estiverem cadastrados, poderão entrar.
Sem acesso dos barrados no baile, sobram os cambistas, cujo ingresso comercializado tem enormes chances de serem FALSOS e seus compradores ficarem de fora da festa, sem ter com quem reclamar a não ser com suas próprias lamentações.
E quem não quer ficar fora da festa? Nessas horas, vale tudo: participar de promoções nas redes sociais, comprar produtos na Poderoso Timão, Ligar na Rádio Coringão, falar com aquele amigo que você não fala tem alguns meses ou até alguns anos… tudo por um ingresso pelo amor de Deus e a que preço? Possivelmente algo entre 5 a 10 notinhas de garoupa.
Relações de consumo são assim, lei da oferta e da procura, afinal terá sempre o torcedor que não vai o ano todo, economiza todos os ingressos, dinheiro do lanche, transporte e estacionamento para descarregar tudo na oportunidade de andar na janelinha e terá sempre o torcedor que terá o ingresso sobrando pois comprou a mais ou tem dependentes no Fiel Torcedor e sabia que isso aconteceria.
Condenável? Sim, assim como quem consegue uma camisa de jogo, com a assinatura do titular da camisa e revende por 5 vezes o valor de uma camisa normal, afinal poderia aplicar a mesma “idéia” de consumo dos ingressos.
Entenda, não sou a favor, só não sou hipócrita de acreditar que “o bom torcedor compraria ingresso a mais para vender pelo mesmo preço”, sério, tem que ser mais do que amigo, tem que ser irmão! Esse sim, aceitaria a tal cerveja de bonus pelo tão cobiçado ingresso… alias, cervejinha não, pelo menos um pacotão de engradado, com churrasco e o escambau, pois vai vacilar assim pra comprar ingresso lá em Arthur Alvim (pra não ter que falar palavrão).
O Corinthians conseguiu algo que parecia pouco provável de acontecer, mas em pouco mais de 4 anos de Fiel Torcedor, chegou até uma final de campeonato e comercializou quase todos os ingressos sem tumulto, sem filas, sem problemas… digo, claro que teve lentidão no site, claro que teve gente que não concluiu a compra, que teve algum tipo de contra-tempo, mas comparado com situações anteriores, melhorou absurdamente e, por enquanto, manteve os cambistas longe e os torcedores modinhas mais longes ainda.
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